Automedicação no Brasil: os riscos na gravidez.

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A automedicação durante a gravidez é uma prática comum no Brasil, atitude que pode causar danos à formação do feto, ao aborto e até à saúde da própria mãe. Medicar-se por conta própria é uma ação decorrente da falta de intervenção da saúde pública em buscar promover o uso racional de medicamentos pelas gestantes brasileiras. Além da falta da estrutura no sistema público de saúde, há outros fatores que influenciam a automedicação, entre eles a dificuldade da gestante em marcar e ter atendimento no pré-natal, os baixos níveis educacionais e econômicos e a ocorrência de doenças recorrentes, a influência da mídia na divulgação medicamentosa e a facilidade em adquirir fármaco de venda livre. O objetivo desse estudo é evidenciar os fatores que levam a gestante brasileira à prática da automedicação. A metodologia utilizada à revisão de literatura científica de cunho qualitativo. Foram observados que a automedicação esta atrelada a vários fatores, entre eles os socais e econômicos, bem como os relacionados à falta de estrutura do sistema de saúde brasileiro. Conclui-se assim que é necessário haver mais divulgação de informações sobre os riscos da automedicação na gestação e mais investimento no atendimento do pré-natal às grávidas no Brasil, além da percepção da importância que a atuação do farmacêutico tem nesse contexto.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) - UNICEPLAC - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos, Curso de Farmácia, 2022.

Citação

TEIXEIRA, Karulina Cândido. Automedicação no Brasil: os riscos na gravidez. Orientador: Juliana Bicalho Machado. 2022. 16f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Farmácia) - UNICEPLAC - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos, 2022.

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