Repositório Institucional do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos

O Repositório Institucional do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (RIUniceplac) tem como missão armazenar, preservar e disseminar a produção científica acadêmica da Instituição. Todos os seus conteúdos estão disponíveis publicamente, ampliando assim a visibilidade da Instituição e dos seus pesquisadores dentro do universo acadêmico. Para quaisquer informações a respeito do Repositório, entrar em contato com a Biblioteca da Uniceplac, por meio do e-mail: biblioteca@uniceplac.edu.br, ou pelo telefone: (61) 3035-3905.

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Implantação ectópica temporária de membro torácico em felino após acidente automobilístico: relato de caso
(2022-07-20) Ponte, Suelder Albuquerque da
Atualmente, acidentes automobilísticos estão entre as principais causas de mortalidade em felinos no ambiente urbano. As alterações decorrentes do trauma podem envolver fraturas e perdas teciduais extensas, além de danos torácicos e abdominais. A implantação ectópica temporária é uma técnica descrita primariamente na medicina humana para reconstrução cutânea em caso de perda tecidual severa na extremidade distal de um membro com inervação preservada. Vista a relevância desse tipo de acidente na rotina clínica e a evolução da cirurgia reconstrutiva veterinária, relata-se o caso de um felino, macho, com aproximadamente cinco de meses de idade, resgatado após um atropelamento, que sofreu perda tecidual severa no membro torácico esquerdo. Foi utilizada a técnica de implantação ectópica temporária para evitar a amputação do membro, o qual foi implantado na lateral do corpo durante 40 dias. Após a externalização do membro em uma segunda cirurgia, o felino manteve a sensibilidade e a funcionalidade, o que contribuiu positivamente para a sua qualidade de vida. A técnica se mostrou eficaz no tratamento de feridas cutâneas extensas e pode ser aplicada com maior frequência em casos de animais que sofram esse tipo de trauma.
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Obstrução esofágica e esofagostomia em estação em equino: relato de caso.
(2022-07-20) Ribeiro, Regina Sabino de Oliveira
As desordens esofágicas são relatadas com frequência na medicina equina, e são consideradas de caráter emergencial. O tratamento é baseado na clínica conservadora ou abordagem cirúrgica quando necessário. O prognóstico é reservado, equinos obstruídos podem ser comprometidos com pneumonia aspirativa e desequilíbrios ácido-base. Este relato tem como objetivo descrever um caso de obstrução esofágica em uma égua, que foi submetida a Esofagostomia em estação para retirada do corpo estranho, após tentativas frustradas de retirada na clínica e excesso de manipulação que trouxe como consequência a hemiplegia laríngea. O exame endoscópico evidenciou lesões na mucosa e um corpo estranho característico de caroço de manga. A obstrução se localizava cranialmente, tornando os movimentos cirúrgicos limitados. O sítio cirúrgico apresentou necrose tecidual e justificou o debridamento e a mudança no manejo de limpeza. O tratamento cirúrgico e pós cirúrgico foi considerado de sucesso e o animal teve alta médica quarenta dias após a cirurgia.
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Penectomia e uretrostomia perineal em felino: relato de caso.
(2022-07-20) Bezerra, Maria Eduarda Farias
Felinos com sinais de doença em trato urinário inferior (DTUIF) fazem parte de grande número de atendimentos na clínica médica. Os animais mais afetados são machos, com sobrepeso, alimentação seca, hábitos sedentários, baixa ingestão hídrica e que vivem em colônias. A etiologia pode estar ligada ao sistema nervoso simpático e a forma fisiológica de resposta ao estresse e comorbidades. Alguns exames são necessários para identificar a origem do problema, como urinálise, urocultura, ultrassonografia e radiografia abdominal, associado ao histórico do animal. O tratamento da síndrome de pandora é multimodal, baseado no ambiente menos estressante, alimentação e caso necessário uso de fármacos antidepressivos. Este trabalho tem como objetivo relatar o caso de um felino, macho de oito anos de idade, com histórico recorrente de obstruções uretrais, que foi submetido à penectomia e uretrostomia perineal, além de modificação ambiental para minimizar os riscos de recidiva. Após dois meses do relato, o paciente não apresentou mais quadros obstrutivos.
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Insuficiência pancreática exócrina em cães: relato de caso.
(2022-07-20) Marques, Lucas Borges de Miranda
A insuficiencia pancreatica exócrina (IPE) é uma inaptidão do pancreas exócrino em produzir enzimas digestivas que auxiliam na digestão dos alimentos. Causada por uma atrofia acinar das células pancreáticas ela ocasiona sintomas de má digestão como diarreia seguida de esteatorreia, emagrecimento progressivo e polifagia. É uma doença consideravelmente comum em cães jovens entre 2 e 6 anos de idade e também pode acometer gatos. Cães da raça Pastor alemão, Rough Collie e Chow Chow possuem uma pré disposição racial para a IPE. Seu diagnóstico é realizado com base nos sinais clínicos e no resultado do teste de função enzimática do pâncreas. O tratamento consiste em repor enzimas que não são produzidas no pâncreas insuficiente, são usadas suplementações enzimáticas que são colocadas diretamente na alimentação dos animais. Quando descoberta precocemente e tratada a IPE apresenta um prognóstico bom, gerando uma boa qualidade de vida para o animal.
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A importância e os desafios das campanhas de vacinação antirrábica em cães e gatos - revisão de literatura.
(2022-07-20) Medeiros, Kessya Rejane da Costa
A raiva é uma das doenças mais antigas que se tem conhecimento, existem relatos que remetem a milhares de anos atrás, foi também descrita na literatura durante o século 15. É uma zoonose que afeta mamíferos de sangue quente, causada por um vírus de RNA, pertencente à ordem Mononegavirales, família Rhabdoviridae e gênero Lyssavirus. Louis Pasteur foi o pioneiro na busca da vacina, em 1981, com ajuda de vários colaboradores, conseguiu isolar o vírus da raiva, sendo de grande importância para a saúde pública. A sintomatologia depende do animal infectado. O diagnóstico em humanos é feito por imunofluorescência direta em impressão córnea, raspado de mucosa lingual ou biópsia de pele da região cervical. Atualmente são recomendadas duas possíveis medidas profiláticas, a de pré-exposição e a de pós-exposição. A vacinação anual de cães e gatos ainda é a maneira mais eficaz de prevenir a raiva nesses animais e por consequência nos seres humanos. Esse trabalho tem como objetivo fazer uma revisão de literatura acerca da importância e dos desafios das campanhas de vacinação antirrábica de cães e gatos.