Complicações no pós-cirúrgico de transplante renal, hepático e cardíaco.
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Resumo
O transplante de órgãos é uma cirurgia que substitui um órgão ou tecido doente por outro sadio, sendo ele de um doador vivo ou falecido, a fim de restabelecer a funcionalidade do sistema debilitado. Dada a complexidade desse procedimento, o Sistema Nacional de Transplante (SNT), em conjunto com outras corporações desempenham o papel de listar, captar e realizar os exames necessários para minimizar as chances de complicações, uma vez que a rejeição e infecções oportunistas são as mais prevalentes e comuns entre o transplante de rim, fígado e coração. No Brasil, o rim é o órgão mais transplantado (66,34% do total), seguido do hepático (25,42%) e cardíaco (5,6%). Apesar das taxas de complicações serem consideravelmente menores quando o doador é vivo, no nosso país, a maioria é feito com doadores já falecidos, o que aumenta a chances de hipóxia entre o tempo de remoção e implantação do órgão no receptor, além de elevar a probabilidade de rejeição do enxerto e infecções oportunistas. Contudo, apesar de todas as medidas profiláticas, as complicações pós-cirúrgicas ainda podem ocorrer, já que em todos os casos, a rejeição e as infecções adquiridas terão oportunidade de aparecer devido ao estado de imunossupressão que os pacientes se encontram, já que essa terapia é importante para que o resultado esperado do transplante seja alcançado.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) - UNICEPLAC - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos, Curso de Medicina, 2024.
Palavras-chave
Citação
COSTA, Letícia de Oliveira; RIBEIRO, Luísa Sarkis Teixeira. Complicações no pós-cirúrgico de transplante renal, hepático e cardíaco. Orientador: Denis Carvalho Parry. 2024. 19f. Trabalho de Conclusão de Curso (Medicina) - UNICEPLAC - Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos, 2024.
